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Trabalhadores dos hospitais universitários de Mato Grosso do Sul entram em greve no dia 2 de maio



(Arquivo, Jornal Midiamax)

Trabalhadores do setor de saúde do Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian) e do HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados) entrarão em greve a partir da próxima quinta-feira, 2 de maio. A categoria reivindica melhorias nas condições de trabalho e reajuste salarial.

Em comunicado oficial, o Sindserh-MS (Sindicato dos Trabalhadores de Empresa Pública de Serviços Hospitalares de Mato Grosso do Sul), anunciou que a deflagração da greve ocorreu após assembleia realizada na última sexta-feira (26). A presidência da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) recebeu o comunicado da greve nesta segunda-feira (29).

Entre as reivindicações da categoria está o reajuste salarial de 14,07%, e melhores benefícios como auxílio-alimentação e auxílio-creche. Conforme o Sindicato, a paralisação será parcial, seguindo a regulamentação para serviços essenciais.

O movimento nacional ganhou adesão de diversos estados, como Paraíba, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Alagoas, Amazonas, Pernambuco, Minas Gerais e Distrito Federal.

Nesta terça-feira (30), às 9h, os trabalhadores estarão mobilizados em frente ao Humap-UFMS e HU-UFGD em um evento de esquenta para a greve.

Em assembleia da Adufms (Associação dos Docentes) realizada na última terça-feira (23), professores da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) decidiram pela deflagração da greve no dia 1º de maio. A decisão ocorre após o Governo Federal apresentar uma nova proposta de acordo salarial.

A votação, realizada em formato híbrido, contou com a participação de docentes dos Campus de Campo Grande, Três Lagoas (CPTL), Aquidauana (CPAQ) e Corumbá (CPan). Ao todo, foram 150 votos a favor da greve, 52 contra e duas abstenções.

Além disso, desde o dia 14 de março, servidores técnicos-administrativos da UFMS deliberaram pela adesão à paralisação nacional da categoria. Em Mato Grosso do Sul, a greve atinge diversos setores da universidade, enquanto a categoria reivindica melhores condições de trabalho.

Na UFMS há mais de 1.700 técnicos-administrativos que desempenham diversas funções como vigilante, auxiliar administrativo, psicólogo, assistente social, físico, etc.

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