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Mulher que matou marido a facada no Noroeste está solta; família cobra prisão há dois anos



Crédito: Corte no rosto de Reginaldo foi da primeira tentativa de homicídio por parte da esposa

Dois anos após o assassinato do irmão, Gilceane Amaral Paes, 32 anos, vive a angústia de aguardar o julgamento e prisão de Luciana Duarte Grubert, pela morte de Reginaldo Amaral Paes, 39 anos, no Jardim Noroeste, no dia 25 de janeiro de 2022, em Campo Grande.

O homem foi esfaqueado pela companheira, enquanto dormia em casa. Ele chegou a ser socorrido até a Santa Casa com coração e pulmão perfurados, os médicos tentaram fazer a cirurgia, mas após 5 paradas cardiorrespiratória, Reginaldo morreu.

Carregando a dor da perda, Gilceane pede celeridade no julgamento, já que Luciana permanece em liberdade provisória, o que tem gerado grande angústia e revolta na família Paes.

"Na época, enquanto ela passava por audiência de custódia, meu irmão morreu no hospital, quando buscamos a justiça com o atestado de óbito, disseram que ela já estava em liberdade e não poderia reverter", lembra.

Desde o assassinato até a data de hoje, foram realizadas 5 audiências e a família informada que a autora deve ir a juri popular.

"Ela cometeu o crime e foi embora para Bonito. Em seguida da morte ela nos acusou de mentir sobre ele ter morrido por não querermos ela perto dele e no 7° dia entrou em contato para pedir perdão e sumiu", relata.

A revolta da demora para o julgamento é deixar a criminosa impune pelas ruas, podendo fazer outra vítima.

"Ela tentou matar meu irmão outras vezes, em uma foto onde ele aparece com um corte no rosto foi ela tentando matá-lo, mas ele não acreditava que ela teria coragem. Ela não sabe explicar o porquê destruiu nossa família, só queremos justiça.

Dia do crime

Segundo Gilceane, o relacionamento de 10 anos era bastante conturbado e cheio de brigas. Antes de matar o marido, segundo a irmã da vítima, a cunhada saiu de casa no dia 21 e levou o pagamento de Reginaldo e passou 3 dias fora de casa. 

Na segunda-feira, 24 de janeiro, Luciana foi até o serviço de Reginaldo e pediu para voltar para casa, e ele aceitou. 

Aparentemente sem desentendimentos, na noite do dia 25, a mulher pegou uma faca de serra e cravou no coração do marido. O homem pediu socorro e a mãe que mora na casa aos fundos foi atender o filho.

"Minha mãe pegou ela na porta com bolsa e falando ao telefone tentando fugir. Uma mulher que passava pela rua ajudou minha mãe e impediu que ela saísse. Logo uma viatura da polícia passou e ajudou no caso.

Levada pelos militares, Luciana mentiu dizendo que o marido havia saído para ver uma casa de aluguel e foi esfaqueado por um homem de moto e deixado na calçada. Para justificar as marcas de sangue dentro de casa, ela informou a polícia que levou o marido para dentro.

Desconfiados da versão, na delegacia, a mulher confessou o crime, mas foi solta na audiência de custódia.

"Eu sei que nada vai trazer meu irmão de volta, mas queremos que a justiça seja mais rápida e ela, seja julgada quanto antes", pede Gilceane.

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