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Mãe pede forças a Deus após ver a filha com a cabeça quase arrancada no Centenário



(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O choro e o desespero de uma mãe, ao perder um filho, são sempre os piores sons que um ser humano pode escutar. Diante disso, ontem os prantos e as lamentações de mais uma mãe ecoaram pela Rua Bela, depois que ela viu o corpo de Renata Andrade de Campos Widal, de 39 anos, depois de ela ser morta com pedradas na cabeça e ter a cabeça praticamente arrancada pelo irmão, de 36 anos, nos fundos da casa onde morava, no Jardim Centenário.  

Enquanto a equipe do JD1 Notícias apurava como a tragédia teria acontecido, pode ouvir várias vezes os familiares da vítima chorando. Entre eles estava a mãe dela, que precisou ser amparada várias vezes, enquanto pedia forças a Deus para continuar.

“Me ajuda. Não consigo enfrentar isso sozinha, meu Deus. Me ajuda”, repetia ela na frente do imóvel em que tudo aconteceu.

Conforme o divulgado pelo Batalhão de Choque, responsável por fazer a prisão do autor, a mulher saiu da casa por volta das 14h, deixando os filhos sozinhos. Ao retornar para a residência, encontrou Renata, sem vida, com o rosto completamente desfigurado e com a cabeça quase que totalmente decapitada.

A mãe então ficou no local até a finalização dos trabalhos periciais, sendo encaminhada para a DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), onde iria prestar depoimento.

Assassinato cruel – Ontem, após uma série de agressões com diversos socos, o irmão de Renata pegou uma pedra grande e passou a desferir golpes contra o rosto da vítima, deixando-a completamente desfigurada. Na sequência, ele apossou de um serrote e cortou o pescoço da vítima, causando um corte profundo.

O próprio homem é quem acionou as autoridades. Mas antes da chegada deles, o suspeito teria tomado banho e trocado de roupa e quando foi detido, inventou uma história, mas depois, acabou confessando o crime. "Totalmente dissimulado", alegou uma pessoa para o JD1 Notícias.

Soube ainda a reportagem que o suspeito é esquizofrênico, pois alegou que via coisas e que não seria a primeira vez que ele partiu para cima da vítima. O homem alegava que "via que a irmã queria matar ele". Mesmo preso, o indivíduo se mostrava tranquilo, conforme apuração no local.


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