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Governo do Estado investe mais de R$ 266,5 mi em reformas de 91 escolas estaduais, 40 em CG


Com investimento superior a R$ 266,5 milhões, o Governo do Estado executa reformas, reparos e intervenções, além de planejar obras, em 91 unidades escolares da REE (Rede Estadual de Ensino). Em Campo Grande – que completa 124 anos no dia 26 de agosto – são 40 escolas com obras em execução ou planejadas, e recursos que somam R$ 45,6 milhões nos projetos em andamento.


Em 70 unidades em todo o Estado as obras já ocorrem e em outras 21 escolas da REE – onze na Capital – os projetos foram licitados e estão em fase de contratação para início das reformas e outras intervenções, que corresponde a R$ 51,2 milhões em investimentos.

Além das reformas, o Governo do Estado, por meio da SED (Secretaria de Estado de Educação), investiu R$ 20,3 milhões para o retorno do ano letivo de 2023, com entrega de 486 mil uniformes e mais 192,8 mil kits escolares.


“A educação é fator chave para alcançarmos nossos objetivos, de trazer o desenvolvimento que projetamos para Mato Grosso do Sul”, disse o governador Eduardo Riedel.


O secretário de Estado de Educação, Hélio Daher, pontua que as reformas são importantes na rotina da comunidade escolar. “Sempre agradeço aos pais, professores e estudantes pela paciência durante as reformas. Passamos por uma pandemia, foi muito difícil. E obras como estas dão oportunidade aos nossos estudantes de um ambiente melhor para aprendizagem, para nossos gestores, professores e servidores proporcionar e desenvolver com excelência o ensino aos nossos estudantes”.


Entre as reformas mais emblemáticas estão a da EE Professora Ada Teixeira dos Santos Pereira, no Jardim Campo Belo, que recebe investimentos de mais de R$ 8,5 milhões, além da EE Joaquim Murtinho, no Centro de Campo Grande, com valor de R$ 7,5 milhões.


Experiência e melhoria

Uma das unidades que recebeu investimento foi a Escola Estadual Maria Eliza Bocayúva Corrêa da Costa, na Vila Margarida, em Campo Grande, que no dia 13 de março último, foi entregue a reforma da unidade, no total de foi de R$ 7.104.071,99, somando o valor da construção e equipamentos.


A assistente de atividades educacionais que atua como técnica da biblioteca da EE Maria Eliza Bocayúva Corrêa da Costa, na Vila Margarida, em Campo Grande, Ivonete de Matos, está orgulhosa com o novo ambiente de trabalho. “A reforma da nossa escola trouxe a visão limpa de todos ambientes, de amplitude. Além disso, trouxe a perspectiva de mudança educacional. Como ela se tornou integral, temos uma demanda grande. O DNA de nossa escola é de inovação, sempre procuramos melhorar”.


Ela confirma a preocupação constante com o ensino na unidade. “Nossa escola é um centro de referência de estudos, visa inovações. Desde que entrei passou por diversas mudanças pedagógicas atingindo todos setores, com foco principal no aprendizado de nossos estudantes. A pandemia foi desafio pedagógico que conseguimos passar, nosso papel agora é de resgate, aprendizagem, cultura de escola, a mudança para o formato integral e melhorando a qualidade de ensino sempre”, disse ela que atua há onze anos na REE.


Nathália Portela, 17 anos, é aluna do 3° ano do ensino médio e também está feliz com as mudanças. “O novo ambiente melhorou muito a qualidade de ensino, crescimento e entendimento do aluno. As possibilidades de novos métodos de ensino melhoram com salas de tecnologia, climatizadas, enfim a estrutura ajuda cada dia mais o estudante, bem como para os professores. Com a mudança estrutural pudemos ver como interfere no dia a dia e estudos”.


A professora de Língua Portuguesa, Loid Rodrigues, é moradora do bairro e ex-aluna da escola, onde estudou em 1975 e passou a trabalhar em 2019 – atualmente como coordenadora. “Fico orgulhosa com a reforma, trabalho muito perto da minha casa e esta unidade representa pra mim uma história de vida, fez parte da minha infância, adolescência. Tenho lembrança da minha primeira professora e hoje resgatamos isso com meus estudantes, na disciplina de Projeto de Vida, é muito gratificante sair de casa e trabalhar em um local que oferece segurança e acolhimento para toda comunidade escolar”.


Outra unidade localizada na Capital, que está na fase final da reforma de R$ 2,2 milhões, é a EE José Antônio Pereira (JAP), na Vila Taveirópolis.


“Estou na escola desde 2017, todos os estudantes estão contentes com a reforma. A gente não consegue estudar se o ambiente estiver bagunçado. Hoje estamos mais aliviados e em paz para alcançar nossos objetivos. Conseguimos ver a melhora em tudo, na alimentação, na estrutura das salas, iluminação. Temos orgulho em dizer que somos estudantes do JAP e nos motiva a querer crescer. Estamos ansiosos para a entrega da quadra de esportes, vai ser a alegria de todos”, disse a aluna do 9° ano do ensino fundamental, Isadora Silva.


A auxiliar de serviços gerais Evillen de Oliveira, que trabalha na unidade há dez anos e ainda tem um filho que estuda na escola, comemora a reforma. “Quando vi a reforma quase chorei, para nós que trabalhamos na limpeza melhorou muito, pois dá sempre a sensação de estar limpo. Hoje procuramos trabalhar com os alunos a cultura da conservação do ambiente que está lindo. Eles estão amando e nós também”.


“Cheguei aqui em julho de 2020 em plena pandemia, tivemos muitos momentos de desafios, além da covid, o Novo Ensino Médio e junto a reforma. Na primeira parte ficamos dentro da unidade por opção da comunidade escolar, posteriormente saímos para um local adaptado, agora com retorno o impacto é positivo. O ambiente é adequado, arejado, limpo”, afirmou a coordenadora – e professora de química há 23 anos –, Janice Andréia Brito Araújo.

Obras no interior

Além das reformas e ampliações de unidades escolares em Campo Grande, as obras também são realizadas nos municípios do interior de Mato Grosso do Sul, beneficiando toda a população do Estado.


A EE Edson Bezerra, em Itaporã, passou por reforma – que foi entregue no dia 30 de junho – com investimento de R$ 3,3 milhões.


“Estou feliz pela reforma e mais feliz ainda por poder contribuir na escola onde estudei. Morava no sítio e fiz todo ensino fundamental aqui. Agora com a reforma mudou tudo, começa pelo incentivo de estar em um lugar novo, bonito, aconchegante e preparado. Com certeza quem ganha é o estudante com A melhoria na qualidade de ensino”, disse a professsora de artes, Suselaine Onibeni.

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