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Devastada por temporal e morte de criança, Corumbá sofre com falta de ambulâncias

Oposição diz que administração está deixando a desejar

Lideranças políticas de Corumbá indicam que, após o temporal que atingiu a cidade e matou uma criança (veja em matérias relacionadas), o município está um caos. Sobre o prefeito, Marcelo Iunes, algumas lideranças tecem duras críticas e dizem que está deixando a desejar.


O ex-deputado Evander Vendramini (PP), que é pré-candidato a prefeitura ano que vem, disse que ontem foi um dia de triste fatalidade e cobrou atitude célere do prefeito.


"A administração municipal atual vem deixando a desejar há muito tempo. Chegamos ao absurdo de não termos ambulâncias para transporte de pacientes em um município que está entre aqueles que mais arrecadam no MS. A previsão orçamentaria esse ano é de quase R$ 1 bilhão", disse ele, que também reclamou do setor da saúde, indicando situações como falta de remédios no hospital, lixo nas ruas e falta de moradias.


"Depois que acontecem as coisas é que eles correm atrás para fazer. Falta uma gestão eficiente em todas as áreas da cidade, infelizmente. E a administração não toma providências mudar esse quadro. Chegamos nesse momento em que está um caos e não temos ninguém competente para fazer serviços eficientes", disse o ex-deputado.


O vereador de Corumbá, Nelsinho Dib reclamou, na última segunda-feira (11), um dia antes do temporal, sobre a falta de ambulâncias na cidade. Ele citou ao Diário News que, no último domingo, por exemplo, foi necessário emprestar um veículo da cidade de Miranda, para transportar um paciente em estado grave, até Campo Grande. Dib citou as ambulâncias paradas, encostadas em oficinas aguardando consertos na cidade e pediu solução.


Em situações como no temporal de ontem, os veículos são extremamente necessários para atender feridos.


Prefeitura diz que está auxiliando

Em nota oficial, a Prefeitura de Corumbá diz que após a forte chuva e vendaval que assolou o município, as equipes do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) foram a campo com a Defesa Civil a fim de oferecer apoio e abrigo as famílias.


"Em contextos de emergência como este, a assistência social trabalha em prol de que a população afetada tenha acesso aos serviços básicos disponíveis e seus direitos fundamentais garantidos durante e após a crise, atuando na prestação de serviços que visam à mitigação dos impactos à população atingida, bem como as provisões emergenciais necessárias à sobrevivência em meio à situação vivenciada pelas famílias".

Foi dito ainda que as famílias podem entrar em contado com os CRAS por meio dos telefones e pelo 0800-5002019.

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